E o diletante de ser amador da linguagem? Perdoem-me literários, mas há tempos as palavras apenas brincam acerca do que as imagens traduzem. Sem vícios de linguagem. E com a permissão de todos os vícios humanos. Retina. Olhar.
Não falamos só de estética. Não falamos só de manifestação. Não falamos só de expressão.
Falamos de quê?
- recebemos 8 dos vídeo no Youtube. BAIXA. 15 vídeos no Vimeo. NICHO? 2 links em uploaders de arquivos em alta. 1 no Archive.
Acesso. Quem é que conhece o Youtube? Interface. Divulgação. Quem é que usa o Vimeo? Faz um corte aí nos teus amigos. Agora faz este mesmo corte nos teus opostos…Estamos falando à quem?
Livre. Estamos livres conceitualmente, mas ainda longe tecnicamente.
E é também por isso que eu agradeço aos inscritos e convidados desta Mostra.
Produtores de vídeo que tenham obras publicadas com licenças livres podem participar, independentemente da duração, gênero, ineditismo e data de produção do trabalho. <Fuck yeah, cinema libre>.
Esta edição, faremos uma curadoria espontânea, recebendo inscrições relâmpago (até dia 24/06) e também no velho estilo copyleft > a gente usa e te avisa É falta de tempo mesmo, confessamos, mas é também vontade de continuar e estruturar mais e melhor!
Os vídeos selecionados (incluindo títulos da Mostra 2010) serão exibidos como parte da programação da Aliança do Vídeo Livre no FISL (e poderá ser visualizada na grade do FISL e aqui).
Com a reunião destes trabalhos, a AVL Brasil espera fomentar os modelos de licenciamento livre entre as produções nacionais. Além de softwares e ferramentas, a Aliança trabalha para a criação da estrutura legal, comercial e tecnológica que possibilite que as pessoas possam fazer com o vídeo mais do que assistir.
Tem mais: estamos desde a Mostra de Vídeo Livre 2010 construindo a Videre , uma plataforma de vídeos colaborativa e livre que pretende inclusive dispor a programação da Mostra de Vídeos Livres para exibição online e customizável (quer ajudar? Clica aqui)!
Oo Oi? > O que? Mostra do Vídeo Livre – FISL12 > Quando? de 29/06 a 02/07 > Como?Inscreva-se aqui!
O OUTRO OLHAR é o espaço das produções audiovisuais da sociedade no jornalismo da TV BRASIL. Com cerca de 2 minutos, o quadro vai ar no telejornal Repórter Brasil, às 21 horas. Os vídeos são de produtores independentes, pontos de cultura, cooperativas, cidadãos não organizados, grupos e movimentos sociais.
São exibidas reportagens, entrevistas e imagens nos mais variados formatos: curta-metragem, mini-documentário, vídeos de celulares, máquinas fotográficas etc.
A ideia é estimular o cidadão a retratar sua realidade. Com isso, mostrar ao país ângulos diferentes daquilo que geralmente não é considerado notícia pela grande parte dos meios de comunicação. O nosso maior objetivo é fazer do telespectador um ser ativo na construção do jornalismo público.
Todos os vídeos exibidos podem ser compartilhados pelas emissoras públicas do país e baixados, em baixa resolução, por meio do site do telejornal. Os conteúdos são disponibilizados para download por meio da Licença Creative Commons 2.5. Caso alguém queira o conteúdo em uma resolução alta, deve entrar em contato com nossa produção.
Mais de 350 produções independentes já foram ao ar no OUTRO OLHAR.
Se você produz conteúdo informativo, não-ficcional, que mostra a realidade de sua comunidade, com a sua versão dos fatos, faça contato pelo e-mail outroolhar@ebc.com.br e envie seu vídeo.
1º – Com vídeos de até 2 minutos;
2º – Informações necessárias: título, breve sinopse, formato/suporte, duração, ano da produção, nome dos realizadores/diretores;
3º – São duas formas de envio: Por FTP (sistema de transmissão de dados pela internet) ou pelos Correios. Avise por email qual será a opção de envio desejada para fornecermos mais informações. Envie: Fitas Mini DV, DVCAM, BetaCAM ou DVD.
4º – Produções em formato digital (inclusive de celulares e máquinas fotográficas) também podem ser enviadas diretamente via FTP (internet banda larga) – neste caso, entre em contato com nossa equipe para receber instruções;
5º – É necessário que sejam enviadas autorizações de imagens e exibição, permitindo a edição e veiculação da TV Brasil.
SERVIÇO
Outro Olhar – Jornalismo participativo da TV Brasil
Email: outroolhar@ebc.com.br
Fone: 61 37995310 / 5315
Twitter: @outroolhar_
O encontro do próximo dia 16/02 (quarta) no Garoa Hacker Club será dedicado à apresentação e debate de temas ligados à produção e distribuição de vídeo livre online.
Com a palavra, VJ Pixel, do memeLab, juntamente com Pedro Markun, da Nunklaki, apresentarão dados tirados de suas pesquisas sobre vídeo online e vídeo livre, mostrando como eles se relacionam com o processo de desenvolvimento da Videre – plataforma de vídeo livre, em construção.
Além deles, Felipe Sanches, do Garoa Hacker Clube, apresenta o UniversalSubtitles.org, uma plataforma de legendagem e tradução colaborativa para vídeos online.
O encontro faz parte da programação do Turing Clube, uma realização semanal do Garoa Hacker Clube, que nesta noite conta com a parceria da Aliança do Vídeo Livre.
Estas participações já estão confirmadas, mas programação ainda está em aberto. Teremos novidades em breve!
Garoa Hacker Clube é um laboratório comunitário e aberto que segue a Ética Hacker, tendo espírito agregador, convergente e inspirador. No hackerspace, entusiastas de tecnologia compartilham o espaço físico, ferramentas, materiais de construção, projetos e ideias.
Fundado há poucos meses, o Garoa se concretizou após mais de um ano de amadurecimento de ideias. Há dois meses, estamos instalados em um espaço permanente na Casa da Cultura Digital.
O Garoa é uma entidade sem fins lucrativos, mantida principalmente por contribuições de seus membros, além de doações.
Saiba mais: http://garoa.net.br Evento Local: Casa da Cultura Digital Endereço: Rua Vitorino Carmilo, 459 – Santa Cecília – São Paulo, SP, Brasil – CEP 01153-000 Data: quarta-feira, 16/02/2011 Horário: 19h Site:http://garoa.net.br/wiki/Plataformas_de_Vídeo_Livre
Participação gratuita. Não é necessário fazer inscrição prévia.
A pesquisa realizada em 2009 procurou mapear produtores de vídeo livre no Brasil e apresentar quais são seus principais desafios. Uma vez que a distribuição de vídeo via Internet se torna cada vez mais comum, é preciso analisar a apropriação da tecnologia envolvida no processo.
A pesquisa sobre o cenário do Vídeo Livre no Brasil foi realizada por Andressa Vianna, Angelo Moscozo e Juliana Protásio, da memeLab, para a Open Video Alliance, através do iCommons, sob encomenda da Ford Foundation.
Acesse a pesquisa na íntegra, assista ao vídeo e deixe seus comentários:
Um breve relato e alguns links interessantes que rolaram nas apresentações da Open Video Conference.
Dias intensos, quatro salas e muitas pessoas e conversas no caminho.
Infelizmente, não tivemos conexão durante os dias do evento para atualizar em tempo real, mas em breve os vídeos estarão disponíveis no site da conferência, e através da tag ovc10 dá pra achar muito conteúdo linkado pelos participantes.
1 de outubro:
Chegamos às 6 da manhã, chuvosa.
Toda a equipe preparando as salas, equipamentos, organizando para a chegada dos convidados.
Uma grande equipe, ajeitando cada detalhe da agenda: cadastramento, palco, receptivo, logística técnica, filmagem, fotografia, etc.
Foram 30 apresentações (sem contar os encontros e conversas informais, que rendem sempre ótimos temas) ocorrendo paralelamente nos espaços do Fashion Institute Technology.
Temas para todos os gostos: infraestutura, arquitetura da informação, acessibilidade, criatividade e inovação nas comunicações de rede, remix, metadados e muitas, muitas pessoas vislumbrando os usos da jovem atualização do HTML5: na apresentação de players, streaming em formatos abertos, arquivos de mídia para acervos, advertising, etc.
Muitas empresas, pessoas, Ong’s e coletivos apresentando suas formas para a apropriação de conteúdo, seja hackeando dados públicos (vide Metavid.org ), formas de lidar com conteúdo em copyright (vide Fairuseproject ), ou como entender a sutil diferenças entre análises aproximadas ou monitoramento, trackeando os acessos, dados analíticos de seu website para melhor entender os usuários (vide KantarVideo ).
Muitas demonstrações de projetos nos quais a apropriação dos meios de produção e conteúdo transformam os olhares na web, gerando meios de acesso ( vide BitTorrent ), formas de protagonismo (vide Workbook project), gerenciamento autônomo (vide pan.do/ra e PBCore 2.0).
Cooperação, articulação, mídias e direitos humanos, inovação, educação.
No segundo dia de conferência, a correria de uma sala para a outra fez valer o cansaço: as palestras estavam bastante voltadas à ação, intervenção social e demonstrativos de projetos acontecendo por aí no mundo livre.
Aliás, muito bom ver a sessão de lightning talks.
Apresentações objetivas de iniciativas inteligentes e criativas no uso da internet, assim: pá-pum.
(lá vem a chuva de links)
Cooperação entre países, juventude e direitos humanos: Unculturedprojects, by Shawn
Música, remix, colaboratividade: Opsound, by San Randolph
Ah! Destaque: Walking the edit, um aplicativo para o Iphone que desenha com ajuda do GPL o caminho filmado em um mapa gráfico. Colaborativo, claro.
Houve, além das discussões sobre ferramentas livres em novas mídias para a educação (vide Matterhorn e OpenVault) e educação mobile ( EOI’s m-learning), preservação de acervos audiovisuais (vide Open Images entre outros).
Houve também discussões sobre padrões para o vídeo livre, estratégias e modelos de produção, e cenários locais para o Vídeo Livre na Índia e Brasil.
Sim, foi a mesa para a qual a Aliança do Vídeo Livre foi convidada a participar, com participação de Joana Varón, da Fundação Getúlio Vargas – Rio, que falou um pouco do andamento das questões da Reforma da Lei de Direitos Autorais e Marco Civil da Internet, Fabrício Solagna, da Associação Software Livre sobre o desenvolvimento da ferramenta de webcasting Landell, o Felipe Sanches falando sobre oe recém lançado Universal subtitles, e Pedro Markun e Vj pixel falaram um pouco do cenário das políticas para vídeo no Brasil, políticas públicas, e o que a Aliança fez e precisa fazer mais para de fato movimentar a idéia. A apresentação da Pesquisa de Vídeo Livre no Brasil reforçou a afirmação de algun dados, além de apontar algumas direções para as políticas públicas no tema.
Mesa da Aliança do Vídeo Livre na OVC
Foram citadas a necessidade de ampliar o diálogo com uma comunidade pelo vídeo livre, ampliar o conhecimento no desenvolvimento de eventos, material educativo e informativo, ampliar a articulação e o comprometimento de empresas e pessoas que estão movendo os projetos na internet.br para realmente afirmarmos um cenário e uma aliança pelo vídeo livre.
A apresentação breve do desenvolvimento do plugin de wordpress para streaming Pari Passu e da aplicação Lico, desenvolvidos aqui na PixelMM por Miguel Peixe, e a Videre, plataforma que está sendo desenvolvida em parceria entre o MinC, PixelMM e Holoscópio também ampliaram o panorama do que estamos fazendo por aí. 3 de outubro – HAck LAb
Hack Lab
Passamos o dia em conversas informais pelos espaços do Hack Lab.
Nada melhor para conhecer o que andam fazendo e mostrar o que estamos fazendo.
Foram mais de 4 salas cheias de pessoas bastante concentradas em seus computadores, trocando links, projetos, soluções técnicas para projetos.
É bastante interessante ressaltar a presença de muitos brasileiros no evento, em torno de 10 pessoas, de diferentes projetos e organizações (e independentes também).
Foi interessante perceber o fascínio e a constatação unânime das pessoas de outras nacionalidades que sinalizam uma grande curiosidade sobre como nós brasileiros estamos despontando no desenvolvimento, uso e criação com o software livre e cultura livre. Aonde dizíamos ser brasileiros vinha a pregunta: “wow! You guys are really using creative commons in Brazil, aren’t you?” ou “Hey, are the government supporting open software there?”.
Espaços e mesas abertas para o diálogo na OVC
Ainda temos um grande caminho para fazer as coisas realmente andarem de forma mais sustentável no Brasil, mas que estamos bem perto, e com um cenário de ações e pessoas brilhantes, é fato.
Ficamos por aqui.
Procurem os relatos através da tag Ovc10 e aprofundem as observações. Foram dias de intensa produção de projetos pra lá de interessantes.
Na última quarta (28), passamos o dia correndo para afinar os horários de montagem e a lista dos equipamentos. Visitamos o NYC Interactive Telecommunications Program, quando passamos no incrível espaço da Universidade para conhecermos as salas e equipe técnica que dará suporte para o hack day da OVC no dia 3 de outubro. Logo no hall do 4o andar, entramos e pudemos nos deparar com um barulhinho peculiar: peças de madeira se movendo a cada movimento na sala…É o Wooden Mirror, de Daniel Rozin, que através do sensor de uma câmera posicionado no centro do espelho de 170cm de altura, identifica a área dos objetos em frente à lente e move algumas das 830 peças de madeira, representando por meio do contraste da sombra nas peças movidas, a figura captada, perfeitamente.
Foto do espelho de madeira no Museu de Israel
Depois, fomos ao auditório do TIF – Fashion Institute of Technology, onde será sediada a sala principal da conferência. Checamos tomadas disponíveis, localização da mesa de set up do streaming, câmeras e afinamos os detalhes e horários com a equipe técnica do local. Muita correria para conseguir os últimos itens do set up. Hoje vamos à rua comprar uma Edirol V8 e scan converters para completar o que nos falta.
2 dias e algumas horas até o início da Open Video Conference.
Estamos nos concentrando agora no desenho de montagem do set up para o streaming que será transmitido via formato OggTheora e WebM.
Faremos o design dos Gcs em chorma key de participantes para mixar junto ao streaming. Faremos também uma oficina no primeiro dia com os voluntários da conferência para apropriá-los da mixagem ao vivo e direção de câmeras, para daí encarregá-los da operação completa durante os dias do evento.
A participação via internet poderá ser linkada via Twitter e através das tags:
ovc10 videolivre (para publicações em português) openvideo (para publicações em inglês)
As caixas de materiais de informação e divulgação das empresas envolvidas já estão preenchendo a sala do Coordenador da OVC Ben Moskowitz.
Em breve faremos uma força tarefa de 12 pessoas para organizar as bolsas que serão distribuidas para os participantes…
Tem uma iniciativa muito legal de hospedagem solidária Adopt A Hacker NYC, que poderá ser de grande utilidade se você estiver vindo para o evento e ainda não sabe onde ficar. Boa troca!
Muitos palestrantes interessantes e de diferentes áreas da cultura livre. Presença confirmada de Damian Kulash da banda Ok Go! que estourou na internet com seus vídeos low-budget e muita criatividade, como o talvez mais famoso: “Here it Go again”. Veja os vídeo no site da banda.
Chegamos em Nova Iorque há 2 dias e as expectativas e preparativos para a Open Video Conference se intensificam a cada hora.
A OVC, que acontecerá no Fashion Institute of Technology (FIT) em Nova Iorque, nos dia 1 e 2 de outubro, terá também um dia para o ‘hack day’ no NYC Interactive Telecommunications Program, exibição e bate papo sobre os filmes ‘livres pra compartilhar’ no Shared Film Festival, entre várias palestras e apresentações que podem ser vistas detalhadamente na agenda da conferência. Os organizadores estão excitados com a agenda e os participantes confirmados.
O convite para a vinda contempla as articulações da Aliança do Vídeo Livre fundada este ano entre parceiros no Brasil e a Pesquisa de Vídeo Livre no Brasil: mapeamento de atores e políticas, realizada em meados de março de 2010 pela equipe da Pixel Multimídia.
Faremos a partir de hoje, relatos dos preparativos para a OVC. Durante o evento, vamos fazer uma cobertura multimídia e transmissões ao vivo no site da empresa.
Estão abertas as inscrições para a Mostra do Vídeo Livre, evento que será realizado pela Aliança do Vídeo Livre durante o 11o. Fórum Internacional do Software Livre (FISL), de 21 a 24 de julho, em Porto Alegre, RS.
Produtores de vídeo que tenham obras publicadas com licenças permissivas (como Creative Commons) podem participar, independentemente da duração, gênero, ineditismo e data de produção do trabalho. Os vídeos selecionados pela organização da Mostra serão exibidos como parte da programação da Aliança do Vídeo Livre no FISL. Com a reunião destes trabalhos, a AVL Brasil espera fomentar os modelos de licenciamento livre entre as produções nacionais.
Enquanto vídeo online amadurece, nos deparamos com uma encruzilhada: a tecnologia e as políticas públicas vão apoiar uma cultura mais participativa — que encoraja e habilita liberdade de expressão e maior engajamento cultural? Ou vídeo online vai ser tornar um serviço de TV sob demanda glamuroso?
Open Video é um movimento para promover liberdade de expressão e inovação em vídeo online através de padrões e conteúdo abertos.